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Os estados com a gasolina mais em conta do País; veja se o seu está na lista

Preço da gasolina

Preço médio da gasolina nos estados (Foto: Pexels)

Esta semana o governo anunciou o fim da desoneração de tributos federais incidentes sobre a gasolina e etanol, assim o aumento nas bombas chegou a 17,5%, dependendo do estado. Ocorre que cada unidade da federação determina uma carga tributária, dessa forma o preço pode variar. Continue lendo o post e veja os estados com a gasolina mais em conta.

Preço da gasolina nos estados – Foto (Pexels)

A gasolina mais em conta no país

A partir de 1º de março, os reajustes ultrapassaram os R$ 0,60 por litro da gasolina e até R$ 0,25 no caso do etanol. O impacto estimado é de 0,40 a 0,60 ponto percentual, que será distribuído entre os meses de março e abril. 

De acordo com o levantamento da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), feito entre os dias 19 e 25, esse é o preço médio da gasolina nos estados brasileiros. Os valores foram organizados em ordem, do valor mais acessível, ao mais caro. 

Nesse caso, Amapá, Maranhão e Mato Grosso do Sul são os destaques positivos. Enquanto Roraima, Amazonas e Ceará se destacam por comercialziar o combustível mais caro.

Por que os preços variam de acordo com o estado?

Basicamente os preços para o consumidor variam por conta dos tributos estaduais. O mais importante é o ICMS, dessa forma como cada estado define uma alíquota, o preço muda bastante. 

No Rio Grande do Sul, por exemplo, a alíquota é de 30%, no entanto outros fatores contribuem para a variação. Um deles é o transporte, assim, se a distância entre a refinaria e o posto for pequena, menor é o frete e isso impacta no combustível. 

Também impactam no preço a mistura do etanol anidro à gasolina, dessa forma, quanto maior a concentração, menor é o preço, bem como e a margem da distribuição da revenda (geralmente 12%).  

Mistura de etanol na gasolina impacta no preço na bomba (Foto: Pexels)

É possível esperar alguma redução?

Sim, apesar da desoneração de impostos, o governo sinalizou que deve usar parte do lucro da Petrobras para reduzir a carga tributária incidente nos combustíveis. Em 2022, a estatal teve lucro recorde de 188 bilhões de reais. 

O primeiro passo foi dado com a tributação em 9,2% da venda de petróleo bruto para fora do país, o que reduziu o repasse da desoneração. Resta saber se em um futuro próximo outras decisões serão tomadas que equilibram tanto o interesse dos investidores, com o do governo.

Gasolina mais cara nas bombas em postos de todo país (Foto: Freepik)

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